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quinta-feira, 22 de março de 2012

Água é Vida





22 de Março, Dia Mundial da Água

 Água é Vida. Use sem desperdícios cada gotinha de Vida. Outros, depois de nós, também precisarão dela.

Economizamos água quando:
  • Não deixamos torneiras pingando.
  • Eliminamos infiltrações.
  • Lavamos calçadas reaproveitando a água da máquina de lavar roupa ou utilizando um balde e nunca - nunca! - usando mangueiras.
  • Lavamos toda a roupa de uma só vez.
  • Ficamos apenas o tempo suficiente debaixo do chuveiro.
 E em muitas outras situações. E você, como economiza essa fonte de vida? Conte pra gente.

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Fotos: Lago Paranoá. Fiz essas fotos no início deste mês, aqui em Brasília, na Ermida Dom Bosco.

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terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Consumindo Saúde

Algumas fotos dos posts do blog Multivias - A Natureza em Fotos e Variedades (Álbum: Frutos do Brasil).

Consumindo frutas, consumimos saúde, principalmente se elas forem cultivadas sem agrotóxicos, ou seja, de modo orgânico. Se você tem o privilégio de morar em casa e tem um espaço - mesmo pequeno, plante alguma frutífera. Há muitas de pequeno porte, como acerola, romã, jabuticaba, pitanga, para citar só algumas; elas podem ser plantadas também em vasos, uma boa opção para quem mora em apartamento.

Adubos Orgânicos
Para adubar suas plantas de um modo saudável, não é preciso gastar. Aproveite os restos de frutas e verduras consumidas em sua casa (como cascas, peles, folhas) e/ou também as folhas secas - tá aí um bom modo de se livrar delas e limpar o quintal, não é mesmo? - e faça uma composteira*. Não sabe? Cave um buraco em um cantinho do quintal e vá jogando os restos de frutas, de verduras e/ou as folhas secas, sempre cobrindo com terra. No lugar da terra, você pode também fazer uma tampa com pedaços de madeira ou algum outro material. Outro modo: Bata no liquidificador, com um pouco de água, cascas de frutas e de verduras. Adube as plantas, enterrando o líquido feito ao lado delas, um pouco afastado das raízes para não queimá-las com as vitaminas ainda não curtidas. Não é fácil? Então, amigo/amiga, ficou com vontade de ter ao seu alcance frutas saudáveis? Plante agora - sementes ou mudas - que você logo logo irá se deliciar. O sabor é incomparável. Plante e nos conte, combinado?

Um ótimo pomar!

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* No site http://casa.hsw.uol.com.br você encontra outros modos de se fazer uma composteira.

Nota: Post por mim publicado em janeiro deste ano no blog Natureza e Viver Sustentável.

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sábado, 21 de janeiro de 2012

Janeiro com um pequeno Beija-flor


Sou pequeno e amo o néctar das flores. Meu recado para 2012? Que cada um traga um jardim dentro de si. E que mais e mais flores desabrochem semeando paz!

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segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Natal Maravilha


Flor 'maravilha': Sino de Natal?

Vi um cartoon de Paulo Barbosa no blog de uma amiga*. É sobre a ênfase dada a Papai Noel, bem maior que o verdadeiro sentido cristão do Natal. Veja como sintetiza a verdade dos natais onde o comércio predomina, dos natais onde as crianças associam natal a presentes e a shoppings:

Cartoon de natal de Paulo Barbosa

Infelizmente, o natal, que seria uma festa cristã, é nada mais nada menos que a glória de papai noel. Ou melhor dizendo, é a celebração das vendas fantásticas, porque o natal é dos comerciantes. E nós, como as renas que conduzem o bom velhinho, seguimos a onda vermelha, voando atrás do homenzinho super bom e suuuuper generoso fantasiado com roupas, gorro e saco vermelhos... E de barbas brancas. Claro, como avô, fica bem mais confiável.
...
Mas, o que é mesmo o natal? O que significa? Incucada, querendo descobrir o verdadeiro sentido da palavra natal além da definição lógica e conhecida, corri atrás. Onde olhar primeiro? Na Bíblia, lógico, não é o que você também faria? Tenho um livro chamado Chave Bíblica (Ed. Sociedade Bíblica do Brasil, 512 pp (Não consta o local de publicação, apenas: "Impresso no Brasil, Série RA 750 - SBB - 2002 - 109M"). Nele, encontramos todos os verbetes da bíblia. Procurei a palavra natal. Para minha surpresa, não havia esse vocábulo. Vamos procurar mais? Que tal meu dicionário de sinônimos? Nada. Ah! Vamos olhar no Dicionário Etimológico - Prosódico da Língua Portuguesa. Nele, além da definição que consta em todo dicionário ("Natal - adj. Natalício, referente ao nascimento de alguém. Lat. natalis"), encontrei também: "Natal - s.m. O dia 25 de dezembro que foi reservado, pela Igreja Católica, para a comemoração do nascimento de Cristo. A data foi fixada pelo monge, Dionísio, o Curvo, e oficializada pelo papa Júlio I no IV século"**. Ainda não contente, fui buscar mais informações na graaaande enciclopédia popular, aquela de acesso fácil e rápido, o Google.
Meu Deus! "Aproximadamente 767 000 resultados." Como fazer? Fui pela ordem lógica, ou seja, comecei olhando os mais acessados, os primeiros. Em quase todos, os que se mostravam confiáveis, havia a expressão 'festa pagã'. Saí do Google meio tonta e pensativa.

Agora as minhas conclusões: Todos nós já ouvimos o dito popular "Deus escreve certo por linhas tortas", não é verdade? As festas natalinas, de origens diversas, criadas quase todas com finalidades comerciais, mas dissimuladas em 'comemorações do nascimento de Cristo', foram sabiamente escritas nas linhas tortas traçadas pelo homem. Se o Natal é a comemoração da chegada na terra de um pedacinho do Divino e Santo, é compreensível esse caminho meio tortuoso para se atingir nossos terrenos e falhos corações. Explico: Comemorando-se o nascimento de Cristo, apesar do marketing natalino, do visível efeito compulsivo de compras e mais compras que o comércio nos impõe, há as confraternizações. As confraternizações, também incentivadas para aumentar as vendas de natal, são a redenção do verdadeiro espírito natalino. Vejo nas reuniões familiares, nos encontros de amigos ou de companheiros de trabalho, uma bem-aventurança que torna todo o processo tortuoso dos negociantes em bênçãos divinas. Afinal, são famílias inteiras que se reúnem, amigos nem tão amigos assim que se abraçam, empregadores e empregados que se sentam na mesma mesa. As diferenças ficam menores, os laços de família ou de amizade se estreitam. É uma oportunidade única de se conhecer melhor aquela pessoa que não simpatizamos ou que não temos oportunidade de ver em uma outra data.

Vejo assim o Natal. Uma festa criada pelo homem, para proveito próprio, porém, sábia e sutilmente, levando nas entrelinhas algo bem mais nobre e fraternal. É o milagre do Natal.
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Maravilha, da família das nyctagináceas.
Canteiro de maravilhas - Como as confraternizações natalinas, podemos vê-las em profusão em dezembro, pois se espalham rapidamente.

Bonina ou maravilha, belas-noites, beijos-de-frade, jalapa, jalapa-do-mato, entre outros nomes populares. Nome científico: Mirabilis jalapa.

Para você, um Natal com muitas maravilhas - flores e bênçãos.
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*Blog Renascendo, de Lau Milesi.
**Grande Dicionário Etimológico - Prosódico da Língua Portuguesa. Francisco da Silveira Bueno, Ed. Saraiva, São Paulo, 6o Volume.

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Nota: Post por mim publicado em dez. de 2008 no blog Multivias - A Natureza em Fotos e Variedades.

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Veja mais postagens de Natal, no blog Multivias, em: Boas Festas com Carambolas e RomãsA Flor-do-natal de Floripa ou neste blog. Feliz Natal!!!


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sexta-feira, 4 de novembro de 2011

O Último Pé de Pequi

Pequizeiro - Flores já caindo, dando lugar aos pequenos frutos

Foi em 1996 que conheci um condomínio nos arredores de Brasília, ou seja, há exatos quinze anos. Poucos lotes tinham alguma construção, apesar de já ter sido realizado tudo que havia sido planejado: ruas e avenidas largas com uma boa infra-estrutura, áreas verdes de acordo com as leis de proteção ambiental e proteção das nascentes ali existentes. Pensei: - "Um pedacinho do paraíso, ainda com seu bioma quase totalmente preservado". Nos lotes, mesmo demarcados, não havia cercas e a flora de um cerrado ainda virgem era abundante. Nos poucos lotes habitados, seus moradores conservavam algumas dessas plantas e plantavam outras, geralmente frutíferas. Talvez por terem sido os primeiros e, com certeza, serem pessoas que amavam e valorizavam o verde. Em relação às plantas, havia um pouco de tudo: ipês - amarelo, branco, roxo e rosa, caju do cerrado, barbatimão, lobeira, macaúba, quaresmeira e pequi, só citando algumas. Era realmente um pedacinho do paraíso.

Pouco a pouco (Pouco a pouco?) as plantas foram desaparecendo, dando lugar a casas e mais casas. E, pior, com moradores bem diferentes dos primeiros: Constroem casas enormes, não respeitam as árvores nativas, arrancando-as e, quando deixam algum pequeno espaço - os lotes são de 800 a 1000 m² - plantam plantas 'da moda'. Planejados ou não por paisagistas, esses jardins são de arrepiar os cabelos, com plantas totalmente fora do contexto climático ou fora de seu habitat. Para eles, plantas nativas são consideradas 'mato' e como tal devem ser 'arrancadas'.

Dias atrás, dando uma volta pelo local e querendo fazer algumas fotos de pés de pequi, vi que não havia mais pequizeiros, até mesmo nos lugares onde antes tinha dois ou três pés juntos. Andei por todo o condomínio e finalmente encontrei um pequizeiro espremido entre uma cerca e uma rua. Era o último pé-de-pequi daquele local.

Você se lembra como era seu bairro, sua comunidade rural ou urbana há mais ou menos dez ou quinze anos? Que árvores - ou plantas de um modo geral, desapareceram? O que está sendo feito para a não destruição das que restam?

Agora, 'as perguntas que não querem calar' que, aliás, estão sempre passeando por este blog : O que o Ministério do Meio Ambiente faz para orientar a população sobre a importância da flora nativa? Como conciliar habitação e preservação do meio ambiente? Como não destruir plantas nativas nos locais onde construimos? Onde estão as mudas para replante e como os órgãos competentes fazem para divulgá-las? Como não deixar mais plantas na lista de extinção? Onde estão as pesquisas que poderão nos orientar?

Precisamos com urgência de orientações e respostas.


O último pé de pequi desse local.

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Nota: Este post foi por mim publicado, com mais fotos e o link de um vídeo com músicas sobre o Cerrado, no blog Multivias - A Natureza em Fotos e Variedades, em 06 de outubro.

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quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Torres e Antenas


A paisagem de nossas cidades e de nossas estradas está mudando. Ou melhor, mudou. Há torres por todos os lugares. No meio de uma bela paisagem, dessas de paraíso, com diversos tons de verde, o que aparece, surgindo do nada? Do nada? Não, não, do dinheiro das vendas de milhões de celulares. As empresas se multiplicam na mesma proporção das aparelhinhos. Todo mundo tem um. Há até aqueles que fazem coleção. E o que dizer dos "chips"?

Como gostaria que os dados das pesquisas sobre aquecimento global fossem mais divulgados. E como as torres e as anteninhas dos celulares contribuem para isso.

Empresas e consumidores, vamos pensar mais na perpetuação da vida do planeta Terra? Se nosso planeta adoece, adoecemos juntos.

Não ao consumo exagerado. Não à poluição do meio ambiente. A vida em primeiro lugar. S.O.S. ao bom senso. A vida do planeta pede socorro. Help! Help!

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Nota: Post escrito para o blog Multivias - A Natureza em Fotos e Variedades; publicado em maio de 2008. Fiz as fotos na mesma época na rodovia que liga Brasília a Goiânia.

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sábado, 10 de setembro de 2011

Sob a Sombra de um Jenipapeiro

Post por mim publicado em 11 de janeiro deste ano no blog Multivias - A Natureza em Fotos e Variedades.


Sob o céu azul de Brasília, à sombra de um jenipapeiro, Gilvany trabalha. Acorda cedo, prepara café, leite bem quentinho e sucos diversos - de maracujá, de caju e dos jenipapos que por vezes ela encontra, caídos debaixo do pé de jenipapo, como se estivessem à sua espera...

Enche algumas caixas de isopor com pão-de-queijo, beiju e bolos que ela faz todos os dias, cortados em pedaços. Assim, cheia de delícias, com um jaleco imaculadamente branco, ela fica, todos os dias, ao lado de um ponto de ônibus, expondo, em uma mesa com toalha branca, carinho e guloseimas.

Os fregueses chegam e Gilvany, entre um sorriso e outro, atende a todos.

Copa do jenipapeiro

Galhos com jenipapos

Nesta foto podemos ver o formato das folhas, os galhos e dois jenipapos


O jenipapo da esquerda ainda está em fase de maturação. Os outros dois já podem ser consumidos; foram encontrados por Gilvany debaixo do jenipapeiro. Ela gentilmente me cedeu para essas fotos.
Um jenipapo cortado ao meio

Polpa do jenipapo. Para um suco cremoso é só misturar leite e açúcar. Bater ou não no liquidificador.

Gilvany deixa seus filhos na escola e corre para o trabalho, onde fica todas as manhãs. Na parte da tarde se organiza para a manhã seguinte, enquanto prepara o básico para a sobrevivência de sua família.

Gilvany representa os brasileiros e as brasileiras - milhões deles! - que saem todos os dias para um trabalho informal - sem férias, décimo-terceiro ou qualquer outro direito trabalhista.
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Jenipapo, fruto do jenipapeiro. Pode ser consumido in natura e de mil modos, como por exemplo, em doces, compotas, refrescos e sucos, além de vinho, vinagre, cachaça e licor. Quem nunca experimentou o famoso licor de jenipapo feito em Goiás? Quando ainda verde, seu suco é um corante utilizado em tinturas para tecido, objetos de barro e, pasmem, em tatuagens.

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Nota: Passando estes dias por este mesmo local, vi Gilvany com seu tabuleiro de quitutes. Resolvi, então, compartilhar com vocês deste blog isto que tentei mostrar no Multivias, que é bem representativo de Brasília: frutíferas enfeitando avenidas e uma das milhares de mães trabalhadoras informais.

Por falar em Brasília, aqui estamos em clima de deserto. Com a falta de chuvas, o tempo está super seco. Horrível. Hoje estamos com 12% de umidade relativa do ar, já tendo chegado a 10%. As queimadas estão por toda parte. Como mudar isso? E as causas, quais são? Alguém pode nos dizer?

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domingo, 7 de agosto de 2011

Noni - O que devemos saber

Este post foi por mim publicado em 26 de abril de 2010 no blog Multivias.



Noni. Não conhecia, nunca tinha visto. Indo à Goiânia, fui apresentada para a tal plantinha. Minha cunhada ganhou uma muda e plantou na calçada de sua casa. Não sei sua altura em seu habitat natural. Essa das fotos que fizemos tem mais ou menos um metro e meio. Parece que agora virou febre: serve pra tudo! De uma simples dor de cabeça até câncer! A Internet está cheia de bons intencionados falando sobre os efeitos da noni, uma planta que cura mais de cem doenças e não tem efeitos secundários, dizem. Como sempre desconfio desses milagres, pesquisei além dos interesses comerciais e descobri que há, sim, efeitos colaterais. Entre as fotos há informações diversas além de uma matéria-alerta que encontrei.  




Noni, nono, all. (Morinda citrifolia). Família das rubiáceas. Arbusto originário do Sudoeste da Ásia, bastante difundido no Taiti. Segundo o site mercadolivre a fruta noni e as várias partes da árvore servem para muitas doenças e seu uso varia de acordo com o país:
"Na China, Japão e Tahiti, várias partes da árvore (folhas, flores, frutos e tronco) servem para tratamento da febre, tratamento dos olhos e problemas da pele, gengivite, constipação, dores de estômago, ou dificuldades respiratórias. Na Malásia, acredita-se que as flores aquecidas desta planta aplicadas no peito, curam a tosse, náusea e cólicas. Nas Filipinas, é extraído o sumo das folhas como tratamento para a artrite.
O tronco desta árvore produz uma cera castanho-púrpura, chamada de cera-batik, aplicada em pintura sobre tecido, normalmente seda (pintura sobre seda). Conhecida por ser produzida com esta finalidade na ilha de Java, na Indonésia. 
No Havaí 
é extraída uma tintura amarelada da raiz para tingir tecidos. No Suriname assim como em outros países, a árvore serve como pára-vento, suporte para videiras,  e também árvores de sombra para arbustos de café. A fruta é também usada como "champô" (shampoo, no Brasil) na Malásia, onde se acredita que ajuda no combate aos piolhos." In: http://guia.mercadolivre.com.br/ .

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Informações do site http://medplan.com.br/docs/noni.pdf :

"NONI, fruta milagrosa? Verdades e mitos.

Com o nome científico de Morinda citrofilia, o noni é uma pequena árvore de
origem asiática cujo uso no mundo é bastante difundido. Ele é mais popular nos Estados
Unidos e em alguns países da Europa, sendo seu consumo no Brasil ainda recente. O fruto é
verde, parecido com a fruta do conde, aparecendo geralmente apenas em forma de suco
engarrafado. Existe um grande interesse na sua utilização na medicina popular devido às
“supostas propriedades farmacológicas” que possui; chega-se a afirmar que alcance mais de
120 problemas de saúde que podem ser tratados, e até curados, com a planta e seus extratos.
Assim, considerando-se toda essa curiosidade a cerca do noni, estamos à frente de um mito
ou uma verdade?
De fato, há muitos trabalhos científicos em execução com o objetivo de avaliar se o
noni realmente tem propriedades medicinais, como atividades antibiótica, antiinflamatória,
analgésica, e, até mesmo, inibidora do câncer. O seu mecanismo de ação ainda é
desconhecido, com alguns estudos em fase inicial (in vitro e em animais) sugerindo
atividade antioxidante, anti-angiogênica e anti-tumoral, o que se deve a seus componentes,
em especial às antraquinonas.
Em contrapartida, há relatos de algumas reações adversas associadas ao seu
consumo. O suco de noni pode ocasionar elevação das enzimas hepáticas (lactato
desidrogenase e transaminases), diminuir o trânsito gastrintestinal (interagindo com
medicações que são usadas por via oral), potencializar o efeito dos antiinflamatórios e
impedir o crescimento de novos vasos sanguíneos, devendo ser usado com cautela em
pacientes com lesões e no pós-operatório. Alguns produtos de noni contêm alto teor de
açúcar e de potássio, o que pode ser potencialmente prejudicial em diabéticos e doentes
com comprometimento da função renal. Além disso, por conta do seu efeito antioxidante, o
noni pode interagir com a radiação ionizante e os quimioterápicos, estando contra-indicado
em pacientes em quimioterapia ou radioterapia.
A ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) levanta dúvidas sobre a
finalidade e a segurança do produto. E cita ainda, diversos relatos de casos devidamente
publicados em revistas científicas indexadas sobre a associação do consumo do suco de
noni a casos de toxicidade hepática. Também, ainda é muito grande a falta de estudos
sistemáticos avaliando o suco de noni em humanos nos países onde o produto é
comercializado. Por conta disso, a ANVISA proibiu a comercialização de produtos
contendo noni no Brasil até que os requisitos legais que comprovem de sua segurança de
uso sejam atendidos.
Nessas condições, verifica-se que as publicações científicas a cerca do noni ainda
necessitam de uma avaliação mais precisa que ateste tanto a segurança quanto a eficácia
deste como medicamento natural. Tal avaliação de segurança/eficácia é de grande valia em
tratamentos para problemas de saúde complexos como o câncer. Dessa forma e, tendo em
vista também as suas possíveis propriedades antioxidantes, até o presente momento não é
aconselhável o uso do noni por pacientes em tratamento oncológico."

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quarta-feira, 13 de julho de 2011

Pássaros e Construções

Mais casas, mais torres, mais postes, mais fios, mais escavações.

Menos matas, menos pássaros, menos água.

Menor qualidade de vida.

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quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Reciclagem de Pets com Crochê

Saboneteira pendurada com correntinhas de crochê

Em diferentes cores

Combinando com as laterais

As alças

E as flores

Saboneteira e porta-papel higiênico feitos com embalagens de amaciante e crochê. Vi na Rodoviária de Brasília. Uma senhora, que não quis ser fotografada, estava vendendo. São flores combinando com as laterais e as alças, tudo feito em crochê.

Fica aí a dica para ser associada a outras idéias. E assim, limpa-se um pouco mais nosso já tão degradado meio ambiente, não é verdade?  

Um ótimo dia com menos lixo e mais aproveitamento daquilo que costumamos descartar.

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terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Mascaradinho - Que pássaro é esse?





Nem sempre fotografar um pássaro é fácil. Além dele estar sempre em movimento, gosta de galhos altos. Foi o caso desse aí. Parece com bem-te-vi, mas observando-se melhor, notamos uma espécie de máscara alongada em volta de seus olhos. Você sabe seu nome?

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sábado, 22 de janeiro de 2011

Para Nossos Irmãos da Região Serrana do Rio de Janeiro

Que mãos

E borboletas vistas entre verdes folhas simbolizem a esperança de dias melhores para todos vocês da região serrana do Rio de Janeiro. 


E que a mão forte da árvore que segura suas folhas represente nosso país protegendo seu povo.  


Pedimos a Deus que também nos segure firme no caminho em direção ao outro.

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Veja também o post de hoje do blog Multivias - A Natureza em Fotos e Variedades sobre a tragédia da região serrana do Rio de Janeiro.

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segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Pica-pau?










Ele apareceu em nosso anjiqueiro. Fazia aquele som típico dos pica-paus. Tentei clicá-lo, mas as folhas da árvore o encobriam. É mesmo um pica-pau?
Uma semana com muitas aves para todos vocês.

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