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terça-feira, 28 de setembro de 2010

Evolução, nádegas & inteligência


De acordo com a teoria da evolução, a cada mutação do indivíduo que implique em vantagem sobre seus semelhantes, corresponde uma chance maior em que este sobreviva e, sobrevivendo, poderá deixar descendentes que perpetuem essa vantagem, tornando-a definidora de uma variação da espécie que poderá predominar sobre outras, pelos menos numericamente.

Há consenso entre cientista e até entre pessoas comuns, que o cérebro humano é a característica que mais o diferencia dos demais primatas. Maior cérebro, ou relação maior entre tamanho do cérebro e massa corporal, define mais inteligência que, como sabemos, coloca o Homo sapiens numa categoria de seres inteligentes sem concorrência. Mas, ao que devemos esse cérebro grande?

Pois bem, estudiosos da anatomia humana como o inglês Sir Wilfred Le Gros Clark, sugerem que, durante a evolução do Homo sapiens, houve um “acidente” genético anatômico, uma mutação benéfica, que tornou a pelve das mulheres mais avantajadas. Decorre que, essa mutação provavelmente representou uma adaptação que permitiu o nascimento vivo de bebês com cérebro grande. As mulheres de pelves estreitas continuaram a ter bebês com cérebros menores, pois ao conceberem bebês com cabeças maiores, morriam no parto e, geralmente, os bebês também morriam.

A seleção natural favorecia as calipígias (bundudas) em detrimento das menos dotadas de glúteo, admitindo-se que pelves desenvolvidas correspondam a glúteos maiores também. Essa afirmação parece ser corroborada no livro “O gene egoísta” de Richard Dawkins, onde ele apresenta uma pesquisa feita com povos primitivos, portanto, alheios a influências culturais nossas que criam modelos a ser desejados de mulheres: magras e retilíneas. A pesquisa permitiu que homens pudessem escolher entre vários tipos físicos de mulheres, aquelas que seriam mais adequadas para casar e ter filhos. Invariavelmente eles escolhiam as que tinham pelves mais largas; as popozudas no linguajar atual.

O surgimento simultâneo de cabeças humanas maiores e nádegas femininas desenvolvidas ilustra generosamente como funciona a seleção natural. As mães com pelves hereditariamente grandes estavam habilitadas dar à luz crianças com cérebros grandes que, em virtude de sua inteligência superior, eram capazes de competir com êxito na idade adulta com a prole de cérebro pequeno das mulheres de pelves estreita. Aquele que fosse capaz de confeccionar ou tivesse maior habilidade de manusear uma machadinha de pedra, por exemplo, era mais capaz de vencer uma contenda, ou capturar o animal que lhe ia fornecer as proteínas. A invenção, manufatura e o manuseio de uma machadinha, como sabemos, exigiam maiores volumes cerebrais.

Os anatomistas afirmam que hoje é improvável que um aumento considerável na pelve e no canal de parto resulte em algum benefício para as mulheres. Se isso ocorrer deverá comprometer a capacidade da mulher de caminhar, sua região pélvica já está suficientemente desenvolvida.

Quando o assunto é seios grandes, não há sugestão evolucionista alguma que eles também sejam produtos de mutação que beneficiou suas portadoras, contudo, é bastante óbvio que machos sentem atração por fêmeas de mamas desenvolvidas pelo fato destas serem o protótipo da fertilidade.

Segundo essa linha, digamos “anatomista” da evolução, cérebro e nádega tem tudo a ver. Então não devemos nos espantar do motivo pelo qual a maioria dos homens tem fixação em bundas femininas. Eles estão obedecendo a um imperativo categórico kantiano, atávico e irrevogável, a evolução assim o dispõe. JAIR, Floripa, 26/04/10.



ADENDO:


Parece que o desejo e a curiosidade do homem pelas mamas e ancas grandes remonta à pré-história. A representação mais antiga de um ser humano está retratada no corpo de uma mulher com tetas e ancas fartas. A Vênus de Willendorf, uma estatueta do paleolítico datada de 24.000 a.C., foi encontrada durante escavações na Áustria pelo arqueólogo Josef Szombathy nos primeiros anos do século XX.

Fonte: Google

2 comentários:

Almirante Águia disse...

Olá, tudo bem?

Lí em uma revista cientifíca, mais de 10 anos atrás, que um dos motivos de o macho sempre olhar para trás, tentando visualizar as nádegas da femea que passa, deve-se em grande parte a memória remota do homo sapiens, que escolhe a melhor fêmea reprodutora, a partir da anatomia das ancas e exposição da genitália, tudo isso lembrando que nossos ancestrais andavam aos quatro pés.

Danny disse...

bom esculturas como essas valoriza muito oque é a arte.

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